O SENGE-PR esteve representado na primeira edição do Fórum Nacional da Engenharia, que aconteceu nos dias 2 e 3 de junho de 2025, no Rio de Janeiro. O evento contou com representantes de entidades da engenharia de todo o país e aprovou uma “Carta à Nação Brasileira”: ‘Não há desenvolvimento sem Engenharia e nem Engenharia sem desenvolvimento’.
A conferência foi promovida por organizações como a Fisenge, o Clube de Engenharia e o movimento Engenharia pela Democracia, com o objetivo de consolidar junto aos governos, congresso e, principalmente, à sociedade e ao povo brasileiro, a necessidade de retomada do protagonismo da engenharia nacional, na elaboração e implementação das políticas públicas, influenciando a dinâmica social e econômica do Brasil, como condição capital para se igualar com as demais nações desenvolvidas.
A programação contou com debates sobre inovação, formação profissional, infraestrutura, transição energética e políticas públicas. Estiveram presentes representando o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR), a presidente em exercício, Ágatha Branco, o diretor-secretário, Carlos Bittencourt, o diretor-financeiro adjunto, Gustavo Scholz, e o diretor responsável pelo Senge Jovem, Tiago Hachmann.
“As falas abordaram temas ligados ao nosso dia a dia como profissionais da engenharia, em aspectos ligados ao papel do engenheiro e profissionais da arquitetura, agronomia e geociências, focadas na busca de soluções que permitam o Brasil a se desenvolver, de forma sustentável e inclusiva”, afirmou Gustavo Scholz. Como membro do Senge-PR e ligado ao setor da agronomia, acredito que temos o papel de apoiar o movimento, e ao mesmo tempo propor ao sindicato e demais entidades do Fórum Sindical aqui do Paraná, uma mobilização semelhante”, completou o diretor do Senge-PR
O manifesto assinado por centenas de entidades e lideranças do setor, afirma que “é inadiável retomar o investimento produtivo e o protagonismo da engenharia brasileira. Sua transversalidade em todas as áreas do processo produtivo e das políticas públicas, bem como sua capacidade de materializar o conhecimento da ciência e pesquisa, por meio da inovação, são decisivas para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, das cidades, do ambiente natural e construído, do progresso humano e social, do nosso desenvolvimento soberano”.
Outro ponto debatido foi o papel da engenharia para manter a democracia no Brasil, em suas dimensões política, econômica e socioambiental, bem como o desenvolvimento sustentável e inclusivo, com soberania e ampla valorização da engenharia nacional, na busca de um estado que forneça ao cidadão o bem-estar social e respeito aos direitos humanos.