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Chapa composta pelo presidente do Senge-PR assume mandato no Confea

Foto: Confea

A chapa composta pelo Eng. Brazil Versoza e pelo presidente do SENGE-PR, Eng. Leandro Grassmann, eleitos para o conselho federal no sistema Confea/CREA, assumiu o mandato em Brasília reforçando a presença paranaense nas decisões estratégicas do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.

“Esta é uma porta que se abre para um imenso aprendizado e para o exercício constante da articulação e da negociação. Meu objetivo é fomentar melhorias que beneficiem não apenas a nossa profissão, mas toda a sociedade”, afirmou Leandro Grassmann.

Brazil Versoza e Leandro Grassmann foram eleitos na modalidade Engenharia Elétrica com 59,36% dos votos. Os novos conselheiros federais iniciaram as atividades de 2026 e foram apresentados à estrutura administrativa, normativas e ferramentas internas.

“Tivemos um acolhimento inicial incrível, onde fomos apresentados às pessoas-chave do conselho, às principais ferramentas e aos desafios institucionais que enfrentaremos. Nos próximos três anos, estarei imerso em um ambiente de colaboração, interagindo com os demais conselheiros do CONFEA, os diversos Conselhos Regionais (CREAs) e os mais de 1,2 milhão de profissionais que formam nosso sistema”, afirma Leandro Grassmann.

Desafios para 2026

Sobre os principais desafios para 2026, o presidente do Senge-PR e Conselheiro Federal no Confea citou a implementação da DN 216/2025 do TCU, que estabelece normas para os Conselhos de Fiscalização Profissional exigindo a publicação de dados detalhados, principalmente financeiros, com maior transparência. Além disso, padronizar a forma de fiscalizar, gerando relatórios e prestação de contas de todos os regionais com o objetivo de alimentar os sistemas para transparência.

Leandro Grassmann falou também sobre a importância da inovação e modernização do Sistema. O Confea iniciou em 2026 a “Jornada de Inovação e Formação de Liderança”, uma iniciativa estruturada para preparar o sistema para uma agenda contínua de transformação.

No Senge-PR, os desafios apontados foram o combate às privatizações, que nitidamente estão resultando na queda da qualidade dos serviços, além dos impactos causados aos trabalhadores e trabalhadoras; a “Pejotização”, com construtoras e empresas transformando engenheiros em pessoas jurídicas e eliminando as proteções trabalhistas; a disparidade salarial, com mulheres engenheiras ganhando aproximadamente 14% a menos que homens com as mesmas qualificações e a precarização do ensino EAD, com cursos 100% a distância que comprometem a qualidade da formação.