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SENGE-PR participa de discussão sobre APL da restruturação da ADAPAR 

Na última sexta (20), o diretor do Sindicato dos Engenheiros do Paraná (SENGE-PR) o engenheiro agrônomo Gustavo Scholz participou da reunião sobre o Anteprojeto de Lei (APL) que trata da reestruturação das carreiras da ADAPAR, juntamente com o diretor administrativo da instituição Adalberto Valiati, com representante do Sindefesa-PR e demais sindicatos.  

Após a primeira reunião em 20 de fevereiro, aconteceu uma segunda reunião em 24 de fevereiro, quando foi protocolado formalmente o APL que tramita internamente na ADAPAR. No dia 25 de fevereiro, o processo seguiu para a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB-PR) e posteriormente seguirá para a Secretaria da Administração e da Previdência (SEAP-PR) e demais órgãos, cumprindo os trâmites legais até a votação para conversão em lei.  

Os principais pontos de atenção e debate interno é a tabela de subsídios que foi reduzida de 18 para 17 classes e as promoções por gratificações concedidas aos 9 e 15 anos de efetivo exercício, que passarão a representar migrações para as classes VI e XI respectivamente. Com isso o servidor poderá atingir o teto da carreira apenas aos 27 anos de serviço. Uma das críticas dos sindicatos é a desconsideração do Mérito Adquirido e o desequilíbrio com outras carreiras do Estado.  

Desconsideração do Mérito Adquirido: Servidores que obtiveram promoção por mérito na carreira atual, apresentando certificados conforme exige a legislação, serão enquadrados no mesmo patamar daqueles que não buscaram tal promoção. Os sindicatos entendem que essa equiparação desconsidera o esforço individual e a qualificação comprovada por esses profissionais. 

Desequilíbrio com Outras Carreiras do Estado: Carreiras com estrutura semelhante, inclusive no âmbito do SEAGRI (que também possui 17 classes), preveem a possibilidade de atingir o teto com 25 anos de serviço, com promoções ocorrendo nas classes VII e XII. A proposta atual da ADAPAR coloca seus servidores em posição de nítida desvantagem em relação às demais categorias do serviço público estadual.